Seu Madruga – Conheça um pouco mais sobre o personagem


Seu Madruga foi um famoso personagem do seriado de televisão mexicano El Chavo del Ocho, que no Brasil se chamava apenas Chaves. O papel foi interpretado pelo ator mexicano Ramón Goméz Valdés y Castillo.

O personagem era um homem simples, maduro que levava uma vida humilde em uma vila. Era viúvo e pai solteiro de Chiquinha. Além disso, era analfabeto por não ter conseguido terminar os estudos.

Uma das características mais marcantes de Seu Madruga era a preguiça de trabalhar, ele estava sempre dando um jeito de se esquivar dos trabalhos. E por isso mesmo não conseguia pagar seu aluguel, devendo 14 meses ao Senhor Barriga. 

Entretanto, Seu Madrugada tinha um bom coração. O personagem era um dos mais queridos e importantes do seriado, tendo sempre muito destaque em Chaves.


Seriado Chaves

O humorístico foi criado por Roberto Gómez Bolaños o interprete do personagem Chaves. Foi exibido originalmente entre 20 de junho de 1971 e 7 de janeiro de 1980. O seriado fez muito sucesso no México e em diversos outros países, incluindo o Brasil, onde é reprisado até hoje no canal SBT.                                                                                                  

Ramón Valdés                                                                  

O interprete do Seu Madruga, Ramón Valdés nasceu em 1923 na Cidade do México. Era filho de Rafael Gómez Valdez Agellini e Guadalupe Castillo. Foi casado por três vezes e teve cerca de 10 filhos. Participou de mais de 50 filmes, entretanto ficou muito famoso no papel de Seu Madruga. Morreu aos 65 anos de idade, no dia 9 de agosto de 1988.


5 Frases mais marcantes do Seu Madruga


1- “Eu, mesmo sem um centavo no bolso, sempre trago no rosto um sorriso franco e espontâneo”.


2- “A virtude do bem viver está nos princípios morais, minha filha”.


3- “Somente as pessoas ruins sentem prazer em ver o sofrimento alheio”.


4- ‘’Se quiser vir ser alguém na vida, que devore os livros’’.


5- “A vingança nunca é plena, mata a alma e envenena”.